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Análise Literária: "Doreen Valiente: Witch" de Philip Heselton

Título: Doreen Valiente: Witch
Autor(es): Philip Heselton
Pontuação
Descrição: Um relato biográfico da vida de Doreen Valiente, descrita pelo professor Ronald Hutton como sendo "a maior figura feminina única na história britânica da feitiçaria britânica". O autor Philip Heselton aproveita o testemunho em primeira mão e os próprios papéis pessoais de Doreen para revelar detalhes anteriormente desconhecidos de sua vida com curiosidades fascinantes e às vezes surpreendentes. O autor adiciona informação à história ainda emergente de como um culto subterrâneo, descrito por alguns como a única religião indígena viva da Grã-Bretanha, se tornou um movimento espiritual mundial ao longo de algumas décadas. Enquanto Gerald Brosseau Gardner é creditado por ter respirado vida para a Bruxaria Moderna, foi a sua Alta Sacerdotisa Doreen Valiente que a tornou verdadeiramente acessível para o mundo inteiro.
Onde Comprar*: Book Depository | Amazon
Crítica: A única coisa que não gosto neste livro é o facto de ele não ter ainda uma versão em português. De resto, o livro é simplesmente genial! De forma cronológica e de muito fácil leitura, o autor mostra-nos diversos pedaços da vida de Doreen desde a sua educação num colégio cristão ao seu envolvimento com os Serviços Secretos do Reino Unido até, finalmente, a se tornar a chamada "Mãe da Bruxaria Moderna" (título este que Doreen não gostava, como descobrimos ao longo da leitura). O livro apresenta-nos Doreen como sendo a mulher simples que era, com a sua sede de informação e de descobrir coisas, a sua excelente capacidade para investigar (que deve ser, acima de tudo, aplaudida dado a dificil busca de informação da epóca!) e o seu desejo de ajudar os outros. Através dos testemunhos de várias pessoas que conviveram com ela (entre eles Janet Farrar, Patricia Crowther e John Patrick Belham-Payne) e também graças a cartas, cadernos e todo o espólio de Doreen Valiente que se encontra guardado pela Doreen Valiente Foundation, Philip Heselton conseguiu escrever a biografia mais completa e detalhada que temos de Doreen Valiente. Contando-nos a vida da autora até ao momento da sua morte dá-nos a possibilidade de conhecer Doreen de forma próxima, quase como se estivessemos sentados com ela à mesa.

É sem dúvida um livro que recomendo a todos os interessados na vida de Doreen Valiente, na história da Wicca e, também, na história da Bruxaria Moderna e nos tempos de hoje. É inegável o impacto do trabalho e das mãos de Doreen Valiente nas práticas modernas da Bruxaria e, como tal, é impossível não nutrir carinho por ela. Recomendo sem dúvida este livro, sendo que está disponível para compra nos links acima indicados.

* Os links fornecidos pertencem a 'Affiliate Programs' e geram uma taxa de lucro ao Sob o Luar. Não existe qualquer despesa adicional para o comprador. 
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Artesanato de Inverno



Bem, hoje vamos falar de Artesanato de Inverno! Aqui ficam duas atividades que achei bastante interessantes para esta estação fria!

Pinhas para Alimentar Aves

Material Necessário:

  • Pinhas - as compridas são as melhores, mas qualquer uma serve.
  •  Manteiga de Amendoim (tem de ser sem açúcar! Pode fazer aproximadamente 10 pinhas com meio quilo de manteiga de amendoim)
  • Paus de gelado ou pequenas espátulas
  • Sementes para pássaro (as mais baratas, mesmo)
  • Folhas de hóstia ou forma de tarte, para colocar as sementes
  • Fio grosso, cordel ou fio de lã
  • Papel de Cera ou sacos em papel de cera
Realização:

Unte as pinhas com manteiga de amendoim, utilizando as espátulas e espalhando-a por todas as reentrâncias e saliências. 
Envolva as pinhas untadas com manteiga de amendoim, em sementes para pássaros. Estas colam-se à manteiga de amendoim. Tenha o cuidado de retirar o excesso, delicadamente.
Ate o cordel ou fio, bem apertado, à base ou à parte superior e cada pinha.

Cenários de Neve

Material Necessário:

  • Sabão em pó
  • Tigela misturadora
  • Batedor de Claras Rotativo (manual)
  •  Pedaços de cartão resistente e macio, cortado em bocados de forma arredondada de forma um pouco irregular (aproximadamente 12cm x 6cm)
  • Caneta
  • Colher
  • Objectos naturais (pequenas pedras ou cristais, pedaços de casca de árvore ou pequenos pauzinhos, pequenas pinhas, bolotas, bagas, etc.)
 Realização:

 Coloque aproximadamente uma xícara de sabão em pó na tigela e cerca de ¾ de xícara de água. Bata tudo até que a mistura fique em castelo, mas sem exagerar. Deve ficar com a consistência de natas batidas. 

Coloque uma ou duas colheres de sopa bem cheias sobre a base de cartão e espalhe um pouco, deixando uma pequena margem de cartão sem sabão.

Enterre os paus, pedras, etc, suavemente na neve, uma de cada vez, de modo a criar  uma cena florestal.

Não toque nas cenas de neve durante cerca de uma hora. Se deixou acumular demasiado ar enquanto batia, então pode ser necessário deixar secar de um dia para o outro. 

Agora pode incluir também pequenos bonecos de cera ou até mesmo feitos com o mesmo material.

Fonte: Petrash, Carol (1992). Os Tesouros da Terra. Lisboa: Instituto Piaget.
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Elementais: O que são?


Hoje iremos falar dos Elementais. Os elementais são personificações de aspectos da Natureza e estão presentes em inúmeras culturas ao longo da história (greco-romana, shinto, tribos da América do Norte, entre outros). Neste artigo, e ao longo desta série, irei focar-me nos elementais do ponto de vista de Paracelsus nomeadamente o conceito que elementais são criaturas que personificam os quatro elementos:

Terra - Gnomos
Água - Ondinas
Ar - Silfos
Fogo - Salamandras

Historicamente falando o conceito de Paracelsus dos elementais advém de várias tradições religiosas e mitólogicas, sendo que as suas raízes podem ser atribuídas ao folclore, animinismo e antropomorfismo. Algumas dessas criaturas são, por exemplo, os Pigmeus da Grécia Antiga ou as Ocêanides também do mesmo período. Este conceito acredita-se ter sido estabelecido e estruturado no século XVI, pelo próprio Paracelsus, apesar de ele não lhe chamar "elementais" nem outro nome semelhante.

Tanto para Paracelsus como para a Antiguidade Clássica os quatro elementos principais - que se consideravam como sendo os blocos primários e fundamentais da Natureza - são a Água, o Fogo, a Terra e o Ar. Para o alquimista os elementais eram seres que se encontravam entre os espíritos e as criaturas, sendo invisíveis para o Homem mas tendo características físicas e estrutura corporal parecida à do Homem tal como desempenhando as funções básicas (comer, dormir, etc.).

Paracelsus descreveu, em várias ocasiões, como seriam estes elementais (algo que será aprofundado no artigo de cada respectivo elemental) e indicada que os mesmos poderiam circular dentro do seu próprio elemento tal como os humanos andam pelo ar (ex: Gnomos atravessam rochas e terra, etc). O autor indicou também que estes elementais se mantém estáveis e sobrevivem no seu respectivo elemento mas que, pelo contrário, morrem nos restantes elementos (Um Gnomo não sobrevive no elemento Água, uma Salamandra não sobrevive no elemento Terra, etc).

O conceito de Elementares foi continuamente explorado e falado em diversas tradições como no Rosicrucianismo e também (num conceito parecido mas não igual) no Jainismo.

Também nos media em geral e no folclore a ideia de seres elementais e pertencentes à Natureza fazem parte das nossas tradições através de variados contos sobre fadas, gnomos, sereias, salamandras, duendes e muitos outros seres que representam os elementos e as suas forças e energias primordiais.

Ao longo desta série iremos desenvolver mais sobre cada um dos elementais acima mencionados. 
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O Tarot: Arcanos Maiores - 0 O Louco

0 - O Louco


Nome do Arcano: O Louco
Número: 0
Descrição: No baralho de Rider-Waite o Louco surge como um jovem homem a andar em direcção a um precípio. É também representado como tendo um pequeno cão junto a si e, na sua mão, tem uma rosa branca e, na outra, algumas posses (representadas numa vara com um saco na ponta). No fundo tem ainda umas montanhas atrás e um Sol a brilhar por cima dele. *
Símbologia: O Sol representa o início da jornada sendo que o pequeno cão será um guia ao longo da mesma. No saco o Louco tem todos os materiais que poderá precisar mas, sem saber, ainda não os usou nem os viu. A rosa branca na sua mão representa a inocência e a pureza do Louco e, as montanhas atrás dele, o Espírito e o mundo de onde saiu e por onde vai passar a jornada a tentar voltar. 
Significado: O Louco é a carta que marca o início da jornada. Cada Arcano Maior é um marco na jornada do Louco e nas suas aprendizagens ao longo do caminho, sendo que a carta 0 marca esse começo.

  • Posição Normal
Na sua posição normal o Louco é uma carta de potencial e novos começos. Representa a necessidade de iniciar uma jornada e pode, ao mesmo tempo, representar a necessidade de tomar uma decisão ou escolha de caminho, a partir do qual iremos percorrer para atingir um determinado objectivo. Este Arcano representa o potencial máximo na vida e o estado de aventura e de determinação. O Louco representa que tudo poderá acontecer, os caminhos e oportunidades estão abertos e à espera que a decisão seja tomada.

  • Posição Invertida (esta posição é opcional)
Este arcano invertido tem o significado oposto representando uma negligência total pelas consequências dos actos. Representa o agir sem pensar e sem fazer um planeamento do percurso a tomar, acabando por gerar situações inesperadas e imprevísiveis. O Louco Invertido alerta-nos para tomarmos cuidado no nosso caminho e atenção ao que estamos a fazer, sendo que é necessário ter juízo e calma para lidar com o que está à nossa frente. 

* A representação dos Arcanos varia de Baralho para Baralho, a descrição apresentada é com base no Baralho Rider Waite. 
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