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Sob o Luar

VI - Os Enamorados

Nome do Arcano: Os Enamorados
Número: VI
Descrição: No baralho de Rider-Waite os Enamorados são representados por um homem e uma mulher nus debaixo do Arcanjo (Rafael). Ambos estão num jardim florido e, atrás da mulher, está uma macieira com uma cobra. Atrás do homem está uma árvore de chamas (com doze chamas). A mulher está a olhar para o anjo enquanto o homem está a olhar para ela. No fundo encontra-se uma montanha vulcânica. *
Símbologia: O Arcanjo Rafael, no topo da carta, representa a cura emocional e física e abençoa o homem e a mulher, recordando-os da sua conexão e união com o Divino. O jardim fértil onde se encontram é semelhante ao Jardim do Éden, recordando-nos o mito de Adão e Eva. Por detrás da mulher, na macieira, encontra-se uma cobra e estes dois símbolos representam a tentação dos prazeres sexuais que podem distrair alguém do divino. A árvore de chamas, atrás do homem, representa paixão (a principal preocupação do homem) e, as dozes chamas, representam os signos do zodíaco e a eternidade. Também a forma como cada um está a olhar para o outro tem significado: O homem para a mulher e a mulher para o anjo representam o caminho do consciente para o inconsciente e para o superconsciente, ou seja, do físico para o emocional e para o espiritual. Por fim, a montanha no fundo representa a explosão de desejo que acontece quando os dois se encontram.

Significado:

  • Posição Normal
Primordialmente a carta dos Enamorados representa relações e ligações sinceras e honestas. A aparência da carta mostra que é uma relação sincera e de confiança, representada na nudez das personagens, onde existe abertura para diálogo e vulnerabilidade. Por norma esta carta representa relações amorosas, porém, poderá também ser símbolo de uma relação de amizade ou de família, o foco da carta, é o fluir de amor e confiança. A nível individual esta carta simboliza o estabelecimento de uma crença e orientação pessoal. É altura de escolher caminhos e decidir qual a filosofia de vida a seguir. Aliás os Enamorados ensinam-nos a tomar as decisões e as nossas escolhas com base no amor (amor próprio, amor familiar, amor ao próximo, etc.). Basear as escolhas no amor traz para a vida harmonia e equilíbrio. 
  • Posição Invertida (esta posição é opcional)
Na sua posição invertida a carta dos Enamorados representa a falta de harmonia com o que está em nosso redor, principalmente com as pessoas que nos são próximas. As relações amorosas ou familiares podem estar a passar por um mau pedaço e a falta de comunicação é um dos principais factores. Este é um momento de escolhas, e este Arcano simboliza exactamente isso. É necessário reavaliar as relações e entender o que nos motiva a estabelecer as mesmas e se vale a pena ou não, se a vibração existe ou não. E, no caso de não existir, é necessário de deixar ir, pelo bem de todos e por respeito a nós próprios. Esta carta pode representar também falta de amor e respeito próprio e levar-nos a meditar sobre o assunto: Até que ponto é que nos respeitamos a nós mesmos? Também conflitos interiores podem ser simbolizados por esta carta, sendo que ela apela a uma necessidade de focar e estruturar os nossos pensamentos e valores pessoais. 

* A representação dos Arcanos varia de Baralho para Baralho, a descrição apresentada é com base no Baralho Rider Waite. 
Unsplash (Marek Szturc)
Hoje vamos falar dos Elementais do elemento Fogo, as Salamandras. Tal como falámos anteriormente cada um dos elementos tem espíritos elementais associados sendo que, no caso do elemento Fogo, os espíritos elementais são as Salamandras.

Estes são dos elementais mais complicados de estabelecer a ligação e cujo contacto deve ser mais cuidado. Tal como o fogo são elementais imprevisíveis e bastante intensos, sendo que há que ter uma forma diferente de lidar com os mesmos. Chatear ou ofender uma Salamandra pode ter resultados catastróficos, dependendo da gravidade do que foi feito. Por norma este é dos elementais com que se aconselha ser dos últimos a estabelecer contacto (supondo que o objectivo é estabelecer com todos) dado que requer algum domínio próprio e paciência.

O contacto com as Salamandras, para além dos motivos indicados acima, é também complicado dado que, como elementais do Fogo, tudo aquilo de que se aproximam é reduzido a cinzas e queimado. Assim sendo o seu contacto tem de ser feito de forma cuidada, dado que as Salamandras são a própria alma da chama e o que causa o arder, o crepitar e o consumir do fogo.

À semelhança dos restantes elementais, as Salamandras possuem características típicas ao seu elemento. São representados como estando presente em todas as chamas e, muitas vezes, são vísiveis nas chamas dos incêndios ou das lareiras. Aliás há imensas imagens na Internet de "figuras" em chamas de velas, incêndios, lareiras e outros em que estamos a olhar, em alguns casos, para representações dos elementais.

Apesar da semelhança do nome Salamandras a um animal que existe na Natureza não deveremos confudir os dois. As salamandras enquanto elementais são assim chamadas pela sua associação aos movimentos serpentinos das chamas que ficaram associado aos ânfibios e ao mexer das suas caudas.

Tal como os restantes grupos de elementais, as Salamandras encontram o seu Rei na entidade de Djinn, um espírito do fogo intenso e severo. Este é considerado um dos Reis Elementais mais respeitado e severo e não deverá, nunca, ser chamado em vão.

As suas funções estão intimamente ligadas ao subsolo e à ligação do fogo dentro do Planeta Terra: a lava, os vulcões, o calor do interior da Terra, etc. Estão ligadas à manutenção do equílibrio dos Vulcões e, quando na necessidade, de causar as suas erupções. Estão também presentes em todas as chamas e locais de calor. O trabalho com os elementais do Fogo, tal como o trabalho com o próprio elemento, é desenvolvido acima de tudo no interior e na mente, através do trabalho com a força de vontade, disciplina e impulso da vida.

Já estabeleceram contacto com as Salamandras? Já conheciam? Como foram as vossas experiências? 


V - O Hierofante

Nome do Arcano: O Hierofante (ou o Papa)
Número: V
Descrição: No baralho de Rider-Waite o Hierofante é representado por uma figura religiosa sentada dentro de um ambiente de igreja. Está vestido com roupas formais e com uma coroa de três níveis. A sua mão direita está levanta e o seu ceptro, na outra mão, tem uma cruz com três traços. Á sua frente dois iniciados estão ajoelhados, sendo que aos seus pés estão duas chaves cruzadas. *
Símbologia: O Hierofante representa uma figura religiosa, um Sacerdote que se baseia na tradição e religião. A sua coroa e o seu ceptro, caracterizadas por terem três níveis/traços, representam o poder deste Arcano pelo três mundos (Céu, Terra e Submundo) sendo que a sua mão direita, elevada em gesto de bênçãos, representa o poder do mesmo pela sociedade (como as religiões organizadas do Mundo). Neste aspecto estabelecemos aqui um paralelo com o Mago que tira poder do Universo para que se materilize no nosso plano, constratando com o Hierofante que demonstra o poder sobre a sociedade. As chaves, aos pés do sacerdote, representam o equilíbrio entre as mentes (consciente e subsconciente) e o conseguir abrir os mistérios com as chaves. Os iniciantes, ajoelhados a seus pés, representam a entrada e iniciação em instituições onde existem uma identidade de grupo definida (igrejas, clubes, equipas, sociedades, etc).

Significado:

  • Posição Normal
O Hierofante representa a convencionalidade, a tradição, os costumes. A carta sugere a necessidade de adaptar à estrutura social e tradições já estabelecidas e de não ir contra "a maré", contra o status quo. Será necessaria uma adaptação ao já existente e, talvez, até o envolvimento em rituais ou cerimónias (religiosas ou não, poderá estar ligado a escolas, clubes, etc.). Esta carta representa as instituições e as suas regras e valores, representando a necessidade de aderir às mesmas. Simboliza também a educação e a busca pelo conhecimento, indicando um período de aprendizagem, focando que as mesmas acontecerão através de um método formal de aprendizagem (escolas, cursos, etc.). O Hierofante realça a necessidade de dar valor à tradição e à honra na vida pessoal, sugerindo um tempo para dedicar às tradições familiares e herança familiar, e, talvez, inclusive um tempo dedicado à religião e à herança religiosa associadda ao nosso caminho. Nesta carta está presente tudo o que for sagrado e justo (casamentos, alianças, serviço, etc.).

  • Posição Invertida (esta posição é opcional)
Na sua posição invertida o Hierofante representa a necessidade de ir contra a tradição e contra a maré. A necessidade de revoltar contra o status quo e contra as tradições e regras implementadas pela sociedade e/ou grupos aos quais pertencem. Pode também representar alguém numa posição de poder, como líder religioso, figura paternal ou um patrão, contra o qual queremos ir contra e não concordamos com o seu método de trabalho. O Hierofante invertido é sobre o questionar da tradição e questionar a nós mesmos se estamos a tomar a decisão certa. Pode também representar pressão social ou de grupo, que estamos a sofrer no momento. A nível individual esta carta representa a necessidade de ir contra o que está estabelecido, de ser rebelde e desafiar as ideias estabelecidas e conceitos que anteriormente pensavámos estarem escritos na pedra. 

* A representação dos Arcanos varia de Baralho para Baralho, a descrição apresentada é com base no Baralho Rider Waite. 
Unsplash (Aaron Burden)
Hoje falaremos dos elementais associados ao Elemento Ar. Tal como falámos anteriormente cada um dos elementos tem espíritos elementais associados sendo que, no caso do elemento Ar, os espíritos elementais são os Silfos (muitos associam também as Fadas ao elemento Ar, porém, focaremos o nosso artigo nos Silfos). 

Os Silfos correspondem à força criadora do Ar e são constituidos acima de tudo por Ar e Luz, sendo que são seres que se movimentam livremente dentro do seu elemento porém, à semelhança dos restantes elementais, não se sentem adequados em outros elementos sendo que preferem manter-se no ar e dentro do seu próprio território. 

São elementais mais complicados de estabelecer contacto do que os Gnomos pois são mais dispersos e focam a sua energia em coisas diferentes, como a arte, os sonhos, a poesia, etc. São também os elementais que se encontram numa vibração mais elevada e, como tal, de mais díficil alcance por parte da nossa mente. São também, à semelhança dos Gnomos, elementais que vivem muitos anos. 

O Ar é o elemento da inspiração e do pensamento e, como tal, os seus elementais possuem muitas desssas características e focam o seu trabalho em torno das mesmas. 


Apesar de os Silfos não se reproduzirem, existem tanto Silfos do sexo masculino (Wallotes) como do sexo feminino (Arienes). A sua principal função, enquanto elementais do Ar, é a manutenção do ar da atmosfera, pressão atmosférica e, também, a purificação do ar que respiramos. Trabalham em conjunto com os elementais da Terra de forma a garantir o correcto funcionamento do ar e do oxigénio para conseguir garantir a vida da Terra. 


Tal como todos os outros elementais os Silfos possuem também um Rei chamado Paralda que se diz viver na montanha mais alta do Mundo. É visto como uma fina e ténua névoa azul e todos os problemas que hajam associados aos Elementais do Ar são tratados por ele. Tal como o Rei Ghob, que vimos anteriormente, não deverá ser chamado em vão pois os Reis elementais são severos e não aceitam ser chamados por situações leves e sem sentido. 


O trabalho com os Silfos é um trabalho acima de tudo mental e de conexão astral dado esse ser o plano em que os mesmos se manifestam. É um trabalho demorado e que requer esforço e prática, dado que, como falamos, os Silfos são os elementais em vibração mais elevada e cuja conexão se torna mais díficil. É necessária paciência, persistência e determinação. Uma boa forma de contactar com estes elementais é através das acções associadas ao seu elemento tal como a poesia, a pintura, o pensamento, a filosofia, viagens e busca da sabedoria. Muitos são os poetas e filósofos gregos, como Sócrates, que se referiram aos Silfos pela sua grandeza de ser e a sua forma de ser. 

Outra das formas de contactar estes elementais é no seu próprio elemento indo a locais onde haja bastante vento (porém que sejam seguros!) como topos de montanhas e colinas, praias onde haja bastante vento, torres altas, etc. Também em locais associados às características do elemento (como escolas e bibliotecas ou até a viajar) são sítios em que é possível estabelecer uma ligação com os Silfos, os elementais do Ar.

E vocês, nossos leitores? Como são as vossas experiências com estes seres? 
Título: Practical Pagan: Commonsense Guidelines for Modern Practicioners
Autor(es): Dana D. Eilers
Pontuação: ★★★☆☆
Descrição: Oferece sugestões, dicas e ajuda realista aos que buscam e acreditam e praticam caminhos dentro do Paganismo para entender e encontrar seu lugar na comunidade. Estão incluídas discussões sobre o que significa ser pagão, envolver-se na comunidade pagã, mitos sobre o paganismo e dicas para "sair do armário de vassouras". O livro também fornece informações valiosas sobre a escolha de um caminho específico, a adesão a uma comunidade ou coven e a decisão de ser um praticante solitário. O livro contém diretrizes de conduta do senso comum, paganismo, família, amor e relacionamentos e também como educar-se sobre o paganismo. Este livro encoraja todos os buscadores e seguidores a seguirem sua própria inclinação e servirá como um guia e um recurso para aqueles que estão começando ou para aqueles que ainda estão buscando respostas.
Onde Comprar: N/A
Crítica: Este é um livro que, como o título indica, tem como propósito dar umas noções básicas de como ser Pagão e como viver a vida tendo como caminho religioso/espiritual o Paganismo. O livro está com uma boa ideia e premissa, porém, o conteúdo deixa um pouco a desejar. A autora repete várias vezes diversos termos (A quantidade de vezes em que a frase "The Practical Pagan does/thinks/knows..." (Ou seja: "O Pagão Prática faz/sabe/pensa..." é demasiado alta) e os conselhos que dá ao longo do livro acabam por ser mais conselhos sobre como ser um "bom ser humano" do que propriamente um "bom pagão". O livro contém dicas como "tomar banho frequentemente", "manter a casa organizada e tudo limpo", "apresentar-se decentemente no trabalho", "ser simpático com as pessoas", entre outro tipo de dicas que são apenas requerimentos básicos para viver em sociedade e que acabam por não ser necessários de referir ao longo do livro.

Porém o livro fala sim de várias dicas relacionadas com o Paganismo. Como o mesmo foi escrito e publicado em 2005 ainda não haviam muitos recursos na Internet sobre caminhos pagãos então algumas das dicas podem já estar fora de época (chats no Yahoo/AOL, correspondências por carta, etc.) porém muitos dos conselhos que a autora dá ainda podem ser aplicados nos dias de hoje como investigar ao máximo as pessoas com quem lidamos e questionar as pessoas em redor das mesmas, no caso de querermos juntar-nos a um grupo ou coven, estudar e ler o máximo de livros possíveis, conhecer pessoas na Internet e em festivais porém tendo sempre o cuidado e cautela de estarmos, para todos os efeitos, a lidar com estranhos, entre outros. A autora oferece também alguns conselhos legais sobre a prática aberta de Paganismo e o efeito do Paganismo em casos de custódia parental, porém, apenas aplicado à legislação em vigor à data nos EUA. É necessário cuidado redobrado e consulta da legislação em vigor para o país/local onde residimos.

No geral o livro não é uma má leitura e lê-se de forma muito simples e casual, com uma linguagem fácil e familiar. Existe alguma repitação de temáticas e de termos que acaba por tornar a leitura um pouco repetitiva mas com um pouco de esforço isso pode ser ultrapassado. Não posso dizer que seja dos livros que recomende de imediato mas, quem quiser experimentar e ler este livro, não ficará totalmente desiludido pelo mesmo.
IV - O Imperador

Nome do Arcano: O Imperador
Número: IV
Descrição: No baralho de Rider-Waite o Imperador é um homem adulto com uma barba longa e branca e uma coroa, um Rei. Encontra-se sentado com uma atitude austera num trono com representações de cabeças de bode e, ao fundo, vemos montanhas. Na mão direito o Imperador tem um Ankh egípcio e, na esquerda, tem um orb. A sua roupa é em tons de vermelho e o fundo, nas montanhas, é em tons de laranja. *
Símbologia: O Imperador serve como um arquétipo masculino, representando as figuras de autoridade e paternais. Este homem tem anos de experiência e vale a pena ouvir os seus conselhos pois ele já muito viu na sua vida. Tanto o fundo como as suas roupas, em tons vermelhos e laranjas, servem como símbolo da energia e paixão que os desafios que o Imperador nos dá oferecerem.  As montanhas atrás do trono e o próprio trono, decorado com as cabeças de bode, representam a intelectualidade, acção, liderança e determinação, sendo que o bode representa também a ligação deste arcano com o signo de Áries/Carneiro, que rege esta carta. Na mão direita o Imperador tem um Ankh, símbolo da vida, e na esquerda um orbe que representa o Mundo sobre o qual ele tem poder.

Significado:

  • Posição Normal
A carta do Imperador representa, acima de tudo, a figura paternal. Oferece orientação e conselhos, sendo que também representa a estrutura e estabilidade. A capacidade de criar ordem a partir do caos. Dominar a mente sobre o corpo e sobre o coração. O Imperador ensina-nos a ter auto-controlo e a conseguir dominar-nos de forma a que consigamos focar-nos nos nossos objectivos. A premissa por detrás deste domínio pessoal é semelhante ao pensamento do Microcosmo e do Macrocosmos. Ao dominar-nos a nós mesmos estamos mais perto de dominar o que nos rodeia e de ter controlo da nossa vida de forma a que possamos orientar a mesma para o objectivo pretendido. O Imperador pode representar a chegada de uma oportunidade que abra portas a atingir os objectivos porém, tal como a própria carta indica, isso irá implicar a necessidade de rigor, dedicação e disciplina. Esta carta mostra-nos que só com o trabalho e esforço de uma vida é que conseguimos atingir os nossos objectivos e que não devemos fraquejar nem querer que as coisas cheguem de forma simples e rápida. Pode também ser representação de uma presença paternal e forte na sua vida e que, as cartas em redor, lhe dirão como lidar com a mesma.

  • Posição Invertida (esta posição é opcional)
Na sua posição invertida o Imperador representa um abuso de poder e de autoridade em redor da pessoa alvo da leitura. Pode ser a nível interno (a própria pessoa estar a realizar um abuso de poder) ou a nível externo (a pessoa estar a ser alvo de um abuso de poder). Podem ser problemas com parceiros, figuras paternais ou até problemas legais e com o Estado/Governo. Porém esta carta urge-nos a não nos revoltarmos mas a tentar lidar com os problemas de forma lógica e calma. Ensina-nos a fazer face à autoridade mas não necessariamente de forma autoritária e tradicional mas de forma calculista e lógica. Se esta carta surgir invertida em situações relacionadas com trabalho ou carreira poderá representar a necessidade de sair de um ambiente autoritário e rígido ou então de dar de ser uma pessoa autoritária, mudando o tipo de carreira ou trabalho que está a fazer. A nível pessoal representa a falta de auto-controle e de ambição e, também, a dificuldade em lidar com figuras de autoridade. 

* A representação dos Arcanos varia de Baralho para Baralho, a descrição apresentada é com base no Baralho Rider Waite. 
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Sob o Luar by Alexia Moon/Mónica Ferreira is licensed under CC BY-NC-ND 4.0